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No dia 27 de novembro, comemora-se 0 Dia Mundial do Combate ao Câncer. E o Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto-juvenil é oficialmente lembrado no dia 23 de Novembro, e visa estimular as ações educativas associadas à doença, promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças e adolescentes com câncer, além de divulgar os avanços técnico-científicos na área. A data foi instituída por meio da Lei nº 11.650, de 4 de Abril de 2008. Em Santa Catarina, o Hospital Infantil Joana de Gusmão (HIJG) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) é referência estadual para o atendimento das crianças e adolescentes com câncer.

O laço dourado da campanha simboliza a cor da fita destacando a consciência do câncer infanto-juvenil e o padrão “ouro” necessário no tratamento desses pacientes. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimou para o ano de 2018 a ocorrência de 12.500 casos novos da doença em crianças e adolescentes com até 19 anos de idade. Na última publicação do Registro Hospitalar de Câncer do HIJG, referente ao período de 2009-2013, a média de casos novos atendidos ao ano na instituição foi de 100, com taxa de sobrevida de 73%.

No Brasil, assim como nos países desenvolvidos, o câncer representa a primeira causa de óbito por doença entre as crianças e adolescentes de um a 19 anos de idade, de acordo com dados publicados pelo INCA. Infelizmente, com base nos dados dos registros de câncer atualmente consolidados no Brasil, muitos pacientes ainda são encaminhados aos centros de tratamento com a doença em estágio avançado.

Diagnóstico e tratamento

Além do diagnóstico precoce, é imprescindível que o tratamento destes pacientes seja realizado em centros especializados, com presença de oncologistas pediátricos e de toda a equipe multiprofissional capacitada na atenção à criança e ao adolescente com câncer, objetivando incrementar as chances de cura da doença.

No Brasil, nos últimos anos, houve marcante melhora na sobrevida das crianças e adolescentes com câncer, em decorrência do atendimento em serviços de referência em oncologia pediátrica e pela utilização de protocolos cooperativos de tratamento, coordenados pela Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope).

Dados de um estudo sobre o panorama do câncer infanto-juvenil divulgados pelo INCA e pelo Ministério da Saúde (MS) identificaram que no Brasil, a sobrevida estimada por câncer na faixa etária de zero a 19 anos é de 64%. Este estudo apontou que a sobrevida variou de acordo com a região do país, sendo mais elevada nas regiões Sul e Sudeste.

O câncer infanto-juvenil consiste em um conjunto de doenças que apresentam características próprias em relação ao tipo histológico e ao comportamento clínico. Dentre as neoplasias malignas mais frequentes nesta faixa etária estão as leucemias, os tumores do sistema nervoso central e os linfomas.

É fundamental, portanto, que os pais ou os responsáveis legais realizem as consultas pediátricas regulares com seus filhos e filhas, visando o diagnóstico precoce da doença e, permitindo assim, melhor chance de cura, de sobrevida e de qualidade de vida para o paciente e sua família. Neste contexto é importante o reconhecimento de alguns sinais e sintomas de alerta, principalmente se persistentes, visando ao diagnóstico precoce do câncer infanto-juvenil.

Sinais e sintomas de alerta

·         Leucocoria, nistagmos e protusão do globo ocular.

·         Estrabismo, que surge repentinamente.

·         Aumento de volume em qualquer região do corpo, principalmente indolor e sem febre, podendo estar associado ou não a sinais de inflamação.

·         Dor abdominal e massa abdominal.

·         Aumento de volume testicular.

·         Hematúria e hipertensão arterial sistêmica inexplicadas.

·         Linfonodomegalias, especialmente em região retroauricular, cervical baixa, epitroclear e supraclavicular.

·         Equimoses pelo corpo em regiões pouco frequentes, sobretudo quando não associadas a algum tipo de traumatismo.

·         Dor persistente nos ossos, nas articulações e nas costas, especialmente se persistente e se despertar a criança/adolescente à noite.

·         Fraturas, sem trauma.

·         Sinais precoces de puberdade: acne, voz grave, ganho excessivo de peso, pelos pubianos, hipertrofia de clítoris, aumento do volume do pênis, aumento do volume mamário nas meninas com menos de 8 anos de idade e nos meninos com menos de 9 anos de idade.

·         Cefaleia persistente e progressiva, associada ou não a vômitos, alterações na marcha, no equilíbrio, na fala e na visão, além do aumento inexplicado do perímetro cefálico, perda de habilidades desenvolvidas e alterações comportamentais.

·         Febre prolongada, perda de peso, prurido, tosse seca e persistente, palidez, fadiga ou sangramentos inexplicados.

·         Otalgia crônica/otorréia crônica, especialmente se associada a dermatite seborreica.

·         Nervos com modificação das características prévias, em áreas de exposição solar ou atrito.

Fonte: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/resultado-busca/diagnosticos/10434-dia-nacional-de-combate-ao-cancer-infantojuvenil#:~:text=O%20Dia%20Nacional%20de%20Combate,de%20divulgar%20os%20avan%C3%A7os%20t%C3%A9cnico%2D

18 à 24 de Novembro – Semana Mundial de Conscientização Sobre o Uso de Antibióticos

A Semana Mundial de Uso Consciente de Antibióticos ocorre todos os anos no mês de novembro e tem como objetivo chamar a atenção para o problema da resistência aos antibióticos, que é quando bactérias se tornam resistentes aos medicamentos disponíveis, e aumentar a conscientização sobre a importância do uso responsável de antibióticos.

Mas afinal o que são bactérias? São microrganismos que possuem apenas uma célula e estão entre os menores, mais simples e mais abundantes organismos do planeta. Não são vistas a olho nu, somente através de um microscópio.
O que são antibióticos? São medicamentos capazes de combater micro-organismos
causadores de infecções nos seres humanos e animais.
O que é resistência aos antibióticos? Mecanismos de defesa desenvolvidos pelas bactérias para sua sobrevivência. Com isso, as bactérias mais fracas serão liquidadas, porém as mais fortes resistirão à ação dos antimicrobianos. Dessa forma, a utilização repetida de antibióticos, seja por um longo ou por um curto tempo, sem indicação médica, pode aumentar os riscos de resistência bacteriana.

O que DEVEMOS fazer para prevenir a resistência aos antibióticos?

✔ Usar antibióticos somente prescritos por profissional qualificado, com receita. Pois eles saberão qual o antibiótico mais apropriado para o seu tratamento;

✔ Completar todo o tratamento com o antibiótico, mesmo se já estiver se
sentindo melhor;

✔ Respeitar sempre a dose e o horário indicados na receita. Em caso de
esquecimento, tomar o antibiótico o mais rapidamente possível e seguir as
próximas doses no horário normal;

✔ Adotar medidas simples para prevenir infecções: higiene das mãos, manter sua vacinação em dia e seguir as recomendações do profissional de saúde.

O que NÃO DEVEMOS fazer?

✔ Usar antibióticos que sobraram de tratamentos anteriores sem a prescrição médica;

✔ Compartilhar antibióticos do meu tratamento com outras pessoas, mesmo que os sintomas sejam semelhantes;

✔ Tomar antibióticos sem a receita do profissional qualificado;

✔ Insistir com o meu médico para prescrever antibióticos quando não for necessário.

Fonte: SUS / SP

Em um ano atípico para todos, onde tivemos muitas restrições, visitas restritas, chamada de vídeos, prematuros extremos.

Muitas lutas, mas muitas vitórias!

A cada procedimento conseguido com sucesso…uma glória. Mais uma vez, louvo a Deus por cada um que faz parte desta equipe abençoada, que não mede esforços, para sempre fazer o melhor no cuidado com os pequenos e suas famílias.

Pedimos a Deus por cada família, que se deslocaram da maior distância para a visita ou por vídeo chamada na esperança diária de boas notícias.

Colaboração: Enfermeiro Marcelo Kuplens

Fotos: Autorizadas pelos pais.

Para tratar a próstata aumentada, que normalmente é causada pela hiperplasia benigna da próstata, o urologista geralmente indica o uso de medicamentos para relaxar os músculos da próstata e aliviar os sintomas, como dificuldade para urinar ou vontade repentina de urinar, por exemplo.

No entanto, nos casos em que a medicação não é capaz de controlar os sintomas, pode ser necessário fazer cirurgia para para remover a próstata e resolver o problema.

 

  1. Remédios

O tratamento para a próstata aumentada geralmente é iniciado com o uso de medicamentos que ajudam a aliviar os sintomas e evitar complicações como retenção urinária ou pedras nos rins, por exemplo. Alguns dos remédios mais indicados pelo urologista incluem:

  • Remédios para relaxar os músculos da próstata, como alfa-bloqueadores onde se incluem tansulosina e doxazosina;
  • Remédios para reduzir a ação dos hormônios na próstata, fazendo-a reduzir de volume, como finasterida e dutasterida;Estes medicamentos podem ser utilizados separados ou em combinação, dependendo dos sintomas apresentados e do tamanho da próstata.Nos casos em que o homem também apresenta câncer de próstata, geralmente o médico recomenda fazer cirurgia para retirar a próstata, assim como radioterapia e/ou quimioterapia para eliminar as células malignas do tumor.
  • Antibióticos para diminuir a inflamação da próstata, caso exista, como ciprofloxacino.

Estes medicamentos podem ser utilizados separados ou em combinação, dependendo dos sintomas apresentados e do tamanho da próstata.

Nos casos em que o homem também apresenta câncer de próstata, geralmente o médico recomenda fazer cirurgia para retirar a próstata, assim como radioterapia e/ou quimioterapia para eliminar as células malignas do tumor.

 

  1. Tratamento natural

Além do tratamento com medicamentos é possível utilizar extratos naturais para ajudar a aliviar mais rapidamente os sintomas. No entanto, este tipo de tratamento não deve substituir o tratamento indicado pelo médico, devendo apenas completá-lo.

Algumas das plantas medicinais utilizadas no tratamento natural deste problema incluem:

  1. Saw Palmetto

Esta planta, de nome científico Serenoa repens, possui excelentes propriedades anti-inflamatórias e diuréticas que ajudam a desinflamar a próstata e facilitam a passagem da urina.

Para se obter todo o efeito é recomendado tomar 1 cápsula de Saw Palmetto ao café da manhã e ao jantar. Outra opção é tomar 1 colher de chá de pó de Saw Palmetto misturado num copo de água, 2 vezes por dia. Saiba mais sobre o Saw palmetto.

  1. Pygeum africanum

Esta substância é retirada do interior da casca da árvore de ameixa africana e é utilizada frequentemente para tratar problema urinários e da próstata, reduzindo a vontade urgente para urinar. A Pygeum africanum pode ser comprada na forma de cápsulas em lojas de produtos naturais e deve ser ingerida em doses entre 25 e 200 mg por dia.

 

  1. Cirurgia

A cirurgia para tratar a próstata aumentada está indicada nos casos mais graves, principalmente quando se usa sonda vesical para conseguir urinar, quando é verificada grande quantidade de sangue na urina, quando não houve melhora com o tratamento clínico ou quando a pessoa apresenta pedra na bexiga ou insuficiência renal, por exemplo.

As técnicas cirúrgicas mais utilizadas incluem:

  • Prostatectomia/adenomectomia: consiste na remoção da parte interna da próstata através de uma cirurgia abdominal normal;
  • Resseção transuretral da próstata, também conhecida por endoscopia clássica: a remoção da próstata é feita com um aparelho que é introduzido pela uretra;
  • Eletrovaporização da próstata ou GreenLight: é semelhante à resseção transuretral mas utiliza uma reação térmica, tendo uma alta hospitalar mais rápida.

Além destas cirurgias, em alguns casos, pode ser feito apenas um pequeno corte na próstata para facilitar a passagem da uretra, sem ser necessário retirar a próstata.

Como aliviar o desconforto da próstata aumentada

Para melhorar o desconforto causado pela próstata aumentada, algumas dicas são:

  • Urinar sempre que tiver vontade, evitando segurar a urina;
  • Evitar beber muitos líquidos de uma só vez, ao fim da tarde, antes de dormir ou em locais onde não existe banheiro;
  • Fazer exercício físicos e fisioterapia para fortalecer os músculos pélvicos. Veja como fazer este tipo de exercícios;
  • Urinar de 2 em 2 horas, mesmo sem vontade;
  • Evitar alimentos condimentados e bebidas diuréticas, como café e bebidas alcoólicas, laranja, limão, lima, ananás, azeitonas, chocolate ou frutos secos;
  • Não deixar urina pingando no final da micção, apertando a uretra, para evitar infecções;
  • Evitar medicamentos que provocam retenção da urina, como descongestionante nasal;

Além disso, homens com facilidade em desenvolver prisão de ventre devem aumentar a ingestão de água e alimentos laxantes para estimular o funcionamento do intestino, uma vez que a prisão de ventre pode piorar o desconforto da próstata aumentada.

Próstata aumentada pode virar câncer?

Não, a hiperplasia benigna da próstata é uma doença diferente de adenocarcinoma de próstata, uma vez que na hiperplasia não são identificadas células malignas, diferentemente do câncer de próstata. Confira todos os sinais que podem indicar aumento da próstata.

 

INFORMAÇÃO DO AUTOR

Rodolfo Favaretto

UROLOGISTA

Médico formado pela Universidade de Ribeirão Preto com CRM-SP 133358 e especialista em Urologia desde 2016 pela Sociedade Brasileira de Urologia.

O Hospital tem trabalhado incessantemente para atender todos seus pacientes de forma segura e ordenada e, seguindo as orientações do Ministério da Saúde, definimos diretrizes para garantir a máxima segurança dos pacientes já internados e daqueles que nos procuram diariamente.

Estratégias de combate e prevenção ao novo coronavírus (Covid-19) fazem parte, nos últimos meses, da rotina diária do Hospital, definida através do Comitê de Enfrentamento à Covid-19: a aferição de temperaturas de colaboradores, pacientes e acompanhantes configura como uma das medidas adotadas para a prevenção da doença.

As aferições são realizadas durante a chegada de cada colaborador, paciente ou acompanhante. “Se a temperatura verificada estiver maior ou igual a 37.8C, realizamos as devidas orientações para que o caso passe por avaliação médica. Esta é uma das formas de a unidade zelar pela saúde e bem-estar dos pacientes e colaboradores.”, explica o Vice-Presidente Ivan Eiji Kawano.

Composto por equipe multiprofissional especializada, o Comitê de Enfrentamento à Covid-19 vem desenvolvendo, desde o mês de março, uma série de iniciativas necessárias durante a pandemia.

Através do Comitê, conforme protocolos estabelecidos pela Secretaria da Saúde do Estado do Paraná (Sesa) e Ministério da Saúde, também são realizadas constantes atualizações e capacitações do corpo profissional, as quais incluem fluxogramas, rotinas e protocolos que vão desde rotinas de higienização ao manuseio e utilização de kits Covid-19.

Entre as atividades, estão as desenvolvidas pela equipe de higienização, com foco na desinfecção de ambientes. “A equipe tem desenvolvido um trabalho árduo, principalmente nesse período. A gente vê no olhar de cada um a força de vontade para desenvolver um bom serviço, dando o melhor de si”, conta o Diretor Executivo Marcos A. de Assis, que não hesita ao afirmar: “A equipe cuida de cada leito como se um familiar nosso estivesse lá. Nosso dever, que é o bem de todas, sempre estará à frente!”.

São algumas das outras medidas adotadas pelo Hospital:

  • Monitoramento contínuo da situação mundial, bem como do cenário no Brasil e de casos suspeitos ou confirmados no Hospital;
  • Fluxo de atendimento estabelecido da chegada até a alta ou internação, com definição de cuidados e condutas para cada caso;
  • Todo o sistema de ar condicionado do Hospital conta com o filtro HEPA, que controla a contaminação ambiental;
  • Readequação na forma de realizar inalação nos pacientes para evitar a propagação do vírus por meio de aerossóis.
  • Área reservada para coleta de exames específicos, sem contato com outros pacientes;
  • Leitos específicos, com pressão negativa, para eventual internação;
  • Treinamento de paramentação para colaboradores, evitando a contaminação nos momentos de colocação e, principalmente, de retirada do EPI, através da Educação Continuada, inclusive com recursos audiovisuais.

RECOMENDAÇÃO AOS ACOMPANHANTES:

Sem beijos, abraços e apertos de mão.  Sorriso no rosto é sempre bem vindo!

Lavar as mãos constantemente e evitar tocar no rosto. Todos os apartamentos e enfermarias dispõem de pia com sabão.

Use álcool gel disponível nas dependências do Hospital e no quarto de cada paciente.

 

Os chás de camomila, hortelã e também o chá de erva-de-são-joão são bons exemplos de remédios caseiros que podem ser usados para aliviar os sintomas da dengue porque possuem propriedades que aliviam a dor muscular, a febre e a dor de cabeça.

Assim, estes chás são uma excelente forma de complementar o tratamento da dengue, que deve ser indicado pelo médico, ajudando a recuperar mais rápido e com menos desconforto.

Chás que combatem a dengue

 

Veja a seguir uma lista completa com as plantas que podem ser usadas e qual a função de cada uma:

Planta Para que serve Como fazer Quantidade por dia
Camomila Aliviar as náuseas e combater os vômitos 3 col. chá folhas secas + 150 ml de água fervente por 5 a 10 minutos 3 a 4 xícaras
Hortelã-pimenta Combater náuseas, vômitos, dor de cabeça e dor muscular 2-3 col. chá + 150 ml de água fervente por 5 a 10 minutos 3 xícaras
Matricária Diminuir a dor de cabeça 50-120 mg de extrato em cápsulas
Petasite Aliviar a dor de cabeça 100 g de raiz + 1 L de água fervente Molhar compressas e colocar na testa
Erva-de-são-joão Combater dor muscular 3 col. chá de erva + 150 ml de água fervente 1 xícara de manhã e outra à noite
Raiz forte Aliviar dor muscular Aplicar a pomada ou gel na região dolorida

A pomada ou gel de raiz forte e o extrato pulverizado de matricária podem ser encontrados em farmácias e lojas de produtos naturais, e também pela internet.

Outra dica é adicionar de 5 gotas de própolis nos chás antes de beber, pois ele ajuda a combater infecções e tratar a dor e a inflamação, mas é importante evitar o seu uso em caso de alergia. Para saber se tem alergia ao própolis, deve-se pingar uma gota desse composto no braço, espalhar na pele e esperar pela reação. Se aparecerem pintas vermelhas, coceira ou vermelhidão, é indicação de alergia e recomenda-se, nesses casos, não utilizar o própolis.

Chás que não pode tomar na Dengue

 

As plantas que contém ácido salicílico ou substâncias semelhantes são contraindicadas em casos de dengue, pois podem causar enfraquecimento dos vasos e facilitar o desenvolvimento de dengue hemorrágica. Dentre estas plantas estão o salgueiro-branco, chorão, sinceiro, vime, vimeiro, salso, alecrim, orégano, tomilho e mostarda.

Além disso, o gengibre, o alho e a cebola também são contraindicados para essa doença, porque eles dificultam a coagulação, favorecendo sangramentos e hemorragias.

Plantas que afastam o mosquito

 

As plantas que afastam o mosquito da dengue são aquelas que têm cheiro forte, como hortelã, alecrim, manjericão, alfazema, hortelã, tomilho, sálvia e capim-limão. Essas plantas podem ser cultivadas em casa para que o cheiro ajude a proteger o ambiente contra o Aedes Aegypti, devendo-se ter cuidado para evitar que o vaso acumule água.

 

Fonte : https://www.tuasaude.com/remedio-caseiro-para-dengue/

Aedes aegypti é o mosquito responsável pela Dengue, Zika e Chikungunya e é muito parecido com o pernilongo, no entanto possui algumas características que ajudam a ser diferenciado dos outros mosquitos. Além das suas listras brancas e pretas, o mosquito tem alguns hábitos que ajudam identificá-lo.

O mosquito da dengue, além de silencioso:

  • Costuma picar durante o dia, especialmente nas primeiras horas da manhã ou fim da tarde;
  • Pica, principalmente, nas pernas, tornozelos ou pés e a sua picada, geralmente, não dói nem coça;
  • Tem voo rasteiro, com no máximo 1 metro de distância do solo.

​​Além disso, o Aedes aegypti é mais comum no verão, sendo recomendado utilizar repelentes, usar inseticida na casa ou colocar redes mosquiteiras nas portas e janelas. Uma forma natural de afastar o mosquito é acender velas de citronela dentro de casa.

O mosquito que transmite a Dengue, Zika e Chikungunya também é o principal responsável pela transmissão da febre amarela, por isso, é importante combatê-lo, evitando o acúmulo de água parada em recipientes como copos, pneus, tampinhas de garrafa ou vasos de plantas.

 

Fotos do mosquito da dengue

 

Como identificar o mosquito da Dengue (Aedes aegypti)
Como identificar o mosquito da Dengue (Aedes aegypti)
Como identificar o mosquito da Dengue (Aedes aegypti)
Como identificar o mosquito da Dengue (Aedes aegypti)

Características do mosquito Aedes Aegypti

 

O mosquito possui as seguintes características:

  • Tamanho: entre 0,5 e 1 cm
  • Cor: possui cor preta e riscos brancos nas patas, cabeça e corpo;
  • Asas: possui 2 pares de asas translúcidas;
  • Patas: possui 3 pares de patas.

Esse mosquito não gosta de calor e, por isso, nos horários mais quentes do dia, ele encontra-se escondido à sombra ou dentro de casa. Apesar de geralmente picar durante o dia, este mosquito também pode picar durante à noite.

Ciclo de vida do Aedes Aegypti

 

Aedes aegypti leva em média 3-10 dias para se desenvolver e vive aproximadamente 1 mês. A fêmea do mosquito pode produzir em médica 3000 ovos em todo o seu ciclo reprodutivo. O ciclo de vida do Aedes aegypti começa na água parada onde passa de ovo para larva e depois pupa. A seguir, ele se transforma em mosquito e se torna terrestre, pronto para se reproduzir. As principais características de cada fase são:

  • Ovo: Pode permanecer até 8 meses inativos colado acima da linha da água, mesmo num local seco e no frio intenso, até encontrar as condições ideais para se transformar em larva, que são calor e água parada;
  • Larva: Vive na água, alimenta-se de protozoários, bactérias e fungos presentes na água e em apenas 5 dias vira pupa;
  • Pupa: Vive na água onde continua se desenvolvendo, e vira mosquito adulto em 2-3 dias;
  • Mosquito adulto: está pronto para voar e se reproduzir, mas para isso precisa se alimentar de sangue humano ou de animais, momento em que ocorre a transmissão das doenças.

Larvas e pupas de Aedes Aegypti

Larvas e pupas de Aedes Aegypti

Como combater o Aedes aegypti

 

Uma nova proposta para combater o mosquito é deixar que as fêmeas coloquem seus ovos num recipiente com água limpa e quando as larvas começarem a se formar, a água seja eliminada.

Essa possibilidade ainda não tem sido recomendada, mas segundos os pesquisadores é uma ótima forma de eliminar os mosquitos porque as fêmeas morrem após colocar seus ovos e com estes sendo eliminados no momento certo, a população de Aedes aegypti realmente diminuiria.

Para adotar este novo meio de combate ao mosquito da Dengue e da Zika é aconselhado deixar um copo de água limpa num local estratégico, onde seja visto diariamente, como em cima de uma mesinha na varanda da casa, por exemplo.

O morador deve observar e trocar a água todos os dias. Sempre que houver larvas deve-se jogar um pouco de cloro ou água sanitária para matar as larvas, eliminando em seguida a água jogando-a no vaso sanitário e dando uma descarga. Após este procedimento, o copo deve ser lavado para que possa ser novamente utilizado.

Segundo os pesquisadores essa estratégia de combate ao mosquito da dengue e da Zika é mais eficaz que usar pulverizadores e o fumacê que podem prejudicar o ambiente.

Como evitar a água parada

 

Para combater o mosquito da dengue é importante evitar a existência de locais ou objetos, como tampas, pneus, vasos ou garrafas, que possam acumular água parada, facilitando o desenvolvimento do mosquito. Por isso é aconselhado:

  • Manter a caixa de água fechada com a tampa;
  • Limpar as calhas, removendo as folhas, galhos e outros objetos que possam impedir a passagem da água;
  • Não deixar acumular água da chuva sobre a laje;
  • Lavar semanalmente tanques utilizados para armazenar água com escova e sabão;
  • Manter os tonéis e barris de água bem tampados;
  • Encher os pratinhos dos vasos com areia;
  • Lavar 1 vez por semana os vasos com plantas aquáticas, usando escova e sabão;
  • Guardar as garrafas vazias de cabeça para baixo;
  • Entregar os pneus velhos no serviço de limpeza urbana ou guardá-los sem água e abrigados da chuva;
  • Colocar o lixo em sacos fechados e fechar bem a lixeira.

Uma outra forma de evitar o desenvolvimento do mosquito da dengue é colocar um larvicida natural em todos os pratos de plantas, misturando 2 colheres de borra de café em 250 ml de água e adicionar ao prato da planta, repetindo este procedimento todas as semanas.

 

Fonte : https://www.tuasaude.com/como-identificar-o-mosquito-da-dengue/

Coronavírus é na verdade o nome dado a um grupo de vírus pertencentes à mesma família, a Coronaviridae, que são responsáveis por infecções respiratórias que podem ser leves ou bastante graves dependendo do coronavírus responsável pela infecção.

A maioria dos coronavírus não infectam pessoas ou causam doenças, no entanto há dois tipos que foram associados a doenças respiratórias graves, o SARS-CoV e o MERS-CoV, responsáveis pela Síndrome Respiratória Aguda Grave e pela Síndrome Respiratória do Oriente Médio, respectivamente. Recentemente, foi identificado um outro tipo de coronavírus que está sendo chamado de COVID-19 e que está relacionado com doenças respiratórias na China, sendo também identificado na Tailândia, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos.

 

Os coronavírus podem ser transmitidos de animais para pessoas, que é o que acontece mais frequentemente, mas também podem ser transmitidos de pessoa para pessoa, como no caso do COVID-19. Os sintomas são semelhantes aos da gripe, no entanto no caso dos vírus transmitidos de animais para pessoas podem surgir também sintomas gastrointestinais.

 

Tipos de Coronavírus

 

São conhecidos 7 tipos de coronavírus, que são:

  • COVID-19 (coronavírus da China);
  • 229E;
  • NL63;
  • OC43;
  • HKU1;
  • SARS-CoV;
  • MERS-CoV.

 

Tipo COVID-19 (coronavírus da China)

 

Esse de coronavírus é o mais recente e foi identificado pela primeira vez na China, no entanto já existem casos relatados de infecção na Tailândia, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Ainda não se tem muitas informações sobre esse tipo de coronavírus, no entanto sabe-se que, assim como o SARS-CoV e o MERS-CoV, causa infecção respiratória grave, podendo levar à insuficiência respiratória e resultar no óbito.

Em relação à forma de transmissão desse tipo de vírus, foi verificado que as pessoas que frequentaram um mercado em Wuhan, na China, em que era feita a comercialização de animais selvagens, foram infectados pelo vírus, comprovando a transmissão animal-pessoa. No entanto, outras pessoas, que não estiveram presentes no mercado mas que tiveram contato com as pessoas doentes, também foram infectadas por esse mesmo vírus, confirmando a hipótese de que o COVID-19 também é transmitido de pessoa para pessoa por meio da inalação de gotículas respiratórias e contato direto, sem as devidas precauções, com as pessoas infectadas.

 

Tipos 229E, NL63, OC43 e HKU1

 

Esses tipos são frequentemente associados aos resfriados comuns e são responsáveis por doenças respiratórias leves e que são naturalmente combatidas pelo próprio sistema imunológico. Esses tipos de vírus são transmitidos de pessoa para pessoa e levam ao aparecimento de sintomas típicos de resfriado comum ou de pneumonia leve dependendo da atividade do sistema imunológico da pessoa.

Tipos SARS-CoV e MERS-CoV

 

Esses tipos estão relacionados com infecções respiratórias graves e que normalmente é necessário que a pessoa seja hospitalizada para que seja monitorada e sejam prevenidas complicações. Esses vírus são transmitidos dos animais para as pessoas e, por isso, acaba por desencadear uma resposta imunológica e inflamatória mais grave, resultando em complicações e sintomas mais graves.

Além disso, a gravidade da infecção por esses vírus pode estar relacionada com o sistema imunológico da pessoa, pois é mais comum de surgir em pessoas que possuem o sistema imune comprometido devido a doenças, como o HIV, ou devido ao tratamento para o câncer, por exemplo, principalmente no caso do vírus MERS-CoV. O primeiro caso de infecção pelo MERS-CoV foi na Arábia Saudita em 2012, no entanto o vírus conseguiu ser facilmente transmitido para outros países do Oriente Médio.

O primeiro caso descrito de infecção pelo SARS-CoV foi em 2002 na Ásia e o vírus foi logo associado à infecção respiratória grave devido ao fato de conseguir espalhar-se rapidamente entre a população.

 

Sintomas da infecção por Coronavírus

 

O coronavírus possui um tempo de incubação entre 2 e 14 dias, ou seja, o vírus pode levar até 2 semanas para levar ao aparecimento de sintomas da doença.

Além disso, os sintomas de infecção por coronavírus são iguais aos de uma gripe ou resfriado, podendo haver:

  • Coriza;
  • Tosse;
  • Dor de cabeça;
  • Mal estar
  • Dor de garganta;
  • Febre;
  • Dificuldade para respirar.

No caso das infecções mais graves, podem surgir também sintomas sistêmicos, como dores musculares e sintomas gastrointestinais, como diarreia e vômito, além de alterações no exame de sangue, como diminuição na quantidade de linfócitos, plaquetas e neutrófilos.

O diagnóstico da infecção por coronavírus é feito por meio da avaliação dos sintomas, sendo definido pela OMS que o diagnóstico seja baseado em parâmetros clínicos e epidemiológicos. Em relação aos parâmetros clínicos, é definido que a pessoa precisa ter febre e outro sintoma de gripe, e pelo menos um dos parâmetros epidemiológicos que são ter viajado para os lugares em que foram identificados casos de coronavírus, ter tido contato com uma pessoa com suspeita ou que tenha tido a confirmação da infecção pelo coronavírus.

O diagnóstico também deve ser baseado no resultado de exames sorológicos e moleculares que têm como objetivo identificar a presença de antígenos e anticorpos contra o vírus, o tipo de vírus e a sua quantidade no organismo.

Como acontece a transmissão

 

A transmissão do coronavírus pode acontecer por meio do contato com animais infectados ou por meio do contato pessoa-pessoa por meio da inalação de gotículas liberadas no ar ao tossir ou ao espirrar que contém o vírus ou por meio da via fecal-oral, já que o SARS-CoV também pode ser excretado nas fezes.

Como deve ser o tratamento

 

Não há tratamento específico para a infecção pelo coronavírus, sendo apenas medidas de suporte, como hidratação, repouso e alimentação leve e equilibrada. Alguns estudos em laboratório foram realizados com o objetivo de testar a eficácia de remédios antivirais, como Ribavirina, Interferon alfa, e Ritonavir contra os coronavírus responsáveis pela SARS e pela MERS, no entanto só foi comprovado o efeito in vitro, não sendo verificado efeito na população.

Além disso, não existe até o momento vacina contra esse vírus, apesar de estar sendo estudado não só o desenvolvimento da vacina mas também de remédios que possam atuar contra o coronavírus. Por isso, o melhor a se fazer é adotar algumas medidas com o objetivo de prevenir a infecção, como evitar o contato com pessoas que possuem sintomas de infecção respiratória, evitar o contato com animais doentes, lavar frequentemente as mãos, evitar tocar os olhos, nariz e boca, e tapar o nariz e boca quando se espirrar ou tossir para evitar o espalhamento do vírus pelo ar.

 

 

Fonte : https://www.tuasaude.com/coronavirus/

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