10 dicas para combater a dengue PDF Imprimir

A dengue é uma doença virótica transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti e pode ser mortal. O mosquito começa a se reproduzir durante os meses mais quentes, quando as chuvas são mais abundantes. A reprodução se dá justamente em poças de água limpa e parada. O mosquito põe os ovos e depois de algumas semanas as larvas eclodem. O verão é a época de maior incidência da doença e, para prevenir a transmissão, algumas medidas são necessárias. Leia algumas dicas para ter um verão com muita saúde e sem o perigo da dengue. 

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Acidentes Vasculares Cerebrais e a saúde pública PDF Imprimir

AVC isquêmico não é fatal, pode deixar sequelas e exige cuidados especiais por toda a vida.

Existem dois tipos de acidentes vasculares cerebrais: os hemorrágicos, aqueles que sangram, e os isquêmicos, aqueles que obstruem a passagem do sangue nos vasos sanguíneos. Os isquêmicos são muito mais frequentes e se tornaram um problema de saúde pública, porque não são fatais, podem deixar sequelas e acabam por exigir cuidados especiais por toda a vida.

Nesse fim de ano, sobretudo os idosos devem evitar os cofatores mais importantes dos AVCIs: os excessos de bebida, de cigarro, de comida e de inatividade. Essa faixa etária, ou seja, pessoas acima de 60 anos, tem que se conscientizar da importância da atividade física, de praticar esportes, de não comer em demasia e de não beber demais. E, se não for possível evitar o fumo, pelo menos fumar o mínimo possível.

A saúde está relacionada a um estilo de vida. Atualmente, os AVCIs têm se tornado cada vez mais frequentes na população mundial, deixando como sequela paralisa nos braços, nas pernas, na visão e na cognição, e fazendo com que essas pessoas passem os últimos anos de suas vidas sem alegria de viver, dependentes dos seus filhos ou cuidadores. É fundamental para o nosso país que a população seja conscientizada sobre esse mal, um dos três mais frequentes que se constituem em uma emergência de saúde pública no Brasil.

Escrevo isso com autoridade, pois trabalho com reabilitação há mais de 30 anos e sou vítima de nada mais, nada menos, do que oito acidentes vasculares cerebrais. 

Beny Schmidt é chefe e fundador do Laboratório de Patologia Neuromuscular e professor adjunto de Patologia Cirúrgica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

 
Não há restrições no uso de repelentes por gestantes, diz Anvisa PDF Imprimir

Frente às dúvidas surgidas recentemente sobre o uso de repelentes de insetos de uso tópico em gestantes, considerando a relação já comprovada pelo Ministério da Saúde entre o Zika vírus e os casos de microcefalia diagnosticados no país, a Anvisa esclarece: não há, dentro das normas da Agência, qualquer impedimento para a utilização destes produtos por mulheres grávidas, desde que estejam devidamente registrados na Anvisa e que sejam seguidas as instruções de uso descritas no rótulo.

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Novo Aparelho de Mamografia PDF Imprimir

A Policlínica Kawano Centro de Diagnósticos e parceira do Instituto de Saúde Bom Jesus, agora conta com um aparelho da G.E(General Eletric) mais avançado de mamografia capaz de gerar imagens digitalizadas com diagnóstico mais preciso, mais rápido, e de alta resolução, permitindo a detecção de nódulos e lesões suspeitas que não são identificáveis pelos equipamentos convencionais de mamografia. Com sua tecnologia avançada, ela tem capacidade de detectar com antecipação as eventuais moléstias que acometem as mamas. A mamografia é um exame radiológico,  em que se pode identificar lesões benignas e cânceres, que geralmente se apresentam como nódulos, ou calcificações. Este exame é usado para detecção precoce do câncer de mama antes mesmo de ser identificado clinicamente ou por meio da palpação. Assim, na Policlínica Kawano Centro de Diagnósticos é possível agendar exames de mamografia na rua Bandeirantes, 505, localizada ao lado do Instituto de Saúde Bom Jesus, ou pelos telefones 3472- 8563 ou 3472-8565. Mamografia é vida, por um Mundo Mais Rosa para as mulheres.

 
Pesquisa da USP relaciona bem-estar de idosos com espiritualidade PDF Imprimir

Do total de entrevistados, 104 fazem parte da religião católica, 35 da religião evangélica, 15 da religião espírita e uma da budista

Uma pesquisa feita pela enfermeira Calíope Pilger, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP, aponta que a religiosidade faz parte da melhora de idosos que estão em tratamento hemodialítico.

O objetivo do estudo foi analisar a relação entre o bem-estar espiritual, a religiosidade, o enfrentamento religioso e espiritual, as variáveis sociodemográficas, econômicas e de saúde, com a qualidade de vida de idosos que se encontram em tratamento.

Dados obtidos apontam a religiosidade com características positivas para se lidar com situações em que a hemodiálise gera nos pacientes. Segundo a pesquisadora, na situação em que essas pessoas se encontram, elas se deparam com o uso contínuo de medicações, mudança nos hábitos alimentares, enfrentamento da dependência de outras pessoas e aparelhos para adaptações à nova realidade da sua vida. Tudo isso pode levá-los à depressão, a problemas emocionais e existenciais.

Calíope afirma ainda que a religião é utilizada pelos pacientes como enfrentamento para situações estressantes da vida. “Eles usam a fé como uma forma de auxiliar as consequências emocionais negativas que vieram depois da doença, ou então dos momentos difíceis que precisam vivenciar”, relata.

Durante a pesquisa foi constatado ainda que os sentimentos religiosos levam qualidade de vida e alívio aos doentes.

Dados

Dos 169 idosos questionados, 125 eram do sexo masculino, e 44 do sexo feminino, com idades entre 60 e 99 anos. Do total, 104 fazem parte da religião católica, 35 da religião evangélica, 15 da religião espírita e uma da budista. Os demais não possuem religião.

Para obter os resultados da pesquisa, a enfermeira Calíope utilizou alguns métodos. Entre eles, o Índice de Religiosidade de Duke, que mensura três das principais dimensões do envolvimento religioso relacionadas a desfechos em saúde: Religiosidade Organizacional (RO), que é a frequência a encontros religiosos; Religiosidade Não Organizacional (RNO), frequência de atividades religiosas privadas; e a Religiosidade Intrínseca (RI), que se refere à busca de internalização e vivência plena da religiosidade como principal objetivo do indivíduo.

Os idosos relataram à enfermeira que a doença renal crônica é vista como uma das piores e mais sofridas doenças, pois após os rins pararem de funcionar, o paciente necessita realizar o processo de hemodiálise. 

O processo permite a remoção das toxinas e o excesso de água do organismo, a partir da filtragem do sangue em um rim artificial por meio de uma máquina, o que é feito três vezes por semana, com duração de quatro horas cada sessão. “O tratamento hemodialítico promove o equilíbrio do corpo e mantém a vida”, diz Calíope.

Como forma de estratégia, é neste momento que os pacientes buscam a religião, pois a fé se apresenta como alternativa para que depositem as esperanças no enfrentamento da situação.

Ainda de acordo com a enfermeira, a importância da religião também se dá como suporte social, pois é uma forma de o idoso se socializar. “Muito importante também é a esperança, o conforto que a crença em algo superior proporciona à saúde física, mental e social. Além de representar uma estratégia de enfrentamento de situações estressantes”, afirma.

Calíope recorda que diferente de pessoas em outras fases da vida, os idosos possuem suas singularidades e especificidades, sejam nas dimensões físicas, sociais, emocionais e espirituais. Em relação às partes espirituais, os mais velhos associam às questões existenciais e à busca pela cura e conforto.

Revide On-line
Laura Scarpelini com informações de assessoria de imprensa
Fotos: Arquivo Revide 


 
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