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Em tempos quentes e com excesso de calor muitas pessoas são acometidas por uma situação bem desconfortável: diarreia. Veja cinco dicas que podem te ajudar a evitar a contaminação por agentes patogênicos responsáveis pela doença diarreica aguda, permitindo que seu verão siga mais saudável e tranquilo:

 

Lave as mãos com maior frequência

 

Neste calor, muitas bactérias se proliferam mais facilmente. Podem estar em locais ocultos, invisíveis aos nossos olhos como, por exemplo, no transporte público onde várias pessoas colocam a mão no mesmo local. Por isso, lave suas mãos com água e sabão com muito maior frequência. Lembre-se: não adianta lavar só com água. Tem que ser com água e sabão.

 

Evite ingerir alimentos que contenham cremes, maionese ou derivados de ovos não cozidos

 

O calor é propício para a proliferação de algumas bactérias que podem produzir toxinas. Duas destas bactérias — Salmonella e Estafilococo — merecem nossa especial atenção pois suas toxinas são potencialmente causadoras de diarreia com grande perda de água e sais minerais. Estas bactérias podem estar presentes nestes alimentos.

 

Cuidado com peixes e frutos do mar

 

Estes alimentos também podem se deteriorar muito facilmente no calor e conter agentes patogênicos que causam diarreia importante em adultos e principalmente em crianças, podendo levar à desidratação. Antes de consumir, tenha certeza de que estes alimentos estavam fresquinhos e foram preparados com segurança e higiene.

 

 

Areje sempre o ambiente em que você estiver

 

No verão, isso não é muito difícil. Ao contrário, é o que mais queremos. No entanto, esta dica é especialmente importante se houver alguém com diarreia na sua casa. Peça para a pessoa e/ou ao seu cuidador que lave as mãos sempre após o uso do banheiro. A higiene com álcool gel é muito bem vinda. Idealmente, o vaso sanitário deve ser desinfetado após o uso. Areje o banheiro. Alguns vírus também podem ser responsáveis por diarreia e podem ser transmitidos pelo ar.

 

Lave alimentos antes de consumi-los

 

Alimentos leves e fresquinhos como saladas, legumes, verduras e frutas devem ser devidamente lavados com água limpa antes do consumo. Alguns parasitas ou bactérias que eventualmente os estiverem “habitando” também podem causar diarreia aguda.

E, claro, tome muita água limpa e fresquinha. Curta seu verão com saúde!

 

Fonte : https://g1.globo.com/bemestar/blog/ana-escobar/post/2019/01/28/cinco-dicas-para-evitar-diarreia-no-verao.ghtml

Como lidar com a tristeza dos dias frios?

O inverno está sempre dividindo opiniões. Há quem goste do clima frio, pois ele nos possibilita vestir roupas elegantes, e é confortável estar em casa em dias com temperaturas baixas, apenas descansando debaixo das cobertas. Porém, os dias frios também podem carregar consigo uma melancolia, como se ausência de cores do entorno, também levasse embora nossa energia. Nesta matéria você vai entender por qual motivo isso acontece e, principalmente, como lidar com essa situação.

A influência do inverno nas nossas emoções está longe de ser apenas uma coincidência temporal. Para se ter uma ideia, é comum que em países onde o inverno é mais rigoroso, ocorra o aumento das taxas de suicídio relacionados à depressão, pois a falta de sol provoca a ausência de vitamina D no corpo, responsável por produzir hormônios que combatem a doença.

Mas não é preciso morar em um país nórdico para sentir os efeitos do frio nas emoções. Aqui no Brasil nós também sentimos os efeitos dos dias cinzas. Ao fazer uma busca no site Google Trends, uma ferramenta do Google para identificar termos mais buscados, mostra que durante o outono e o inverno os internautas brasileiros procuram com mais frequência palavras como tristeza, depressão, solidão e ansiedade.

Causas da tristeza no frio

Em entrevista ao Portal Minha Vida, Fernanda Moreira, psiquiatra da Unifesp, afirma que a falta de luz faz com que nossa retina não receba raios UVB. Isso faz com que aconteça uma baixa regulação de alguns neurotransmissores relacionados ao humor e o sono. Um deles é a serotonina, hormônio da felicidade, que, com produção reduzida, causa a sensações como desânimo e tristeza de forma acentuada em nosso organismo.

Devido às baixas temperaturas também é comum ficarmos menos propensos a sair de casa, diminuindo assim a prática de exercícios físicos. Esse fator também diminui a produção de serotonina no organismo.

Da mesma forma, nos dias frios, também ficamos mais resistentes em levantar da cama. Esse tipo de situação também tem causas químicas. Os dias cinzas aumentam a produção de melatonina, produzindo uma maior sensação de cansaço, causando assim maior sensação de sonolência. Vale ressaltar que a melatonina é um hormônio produzido durante a noite, para ajudar a dormir melhor, e sua produção é inibida justamente pela luz do sol. Como no frio a quantidade de sol é menor, temos mais melatonina circulando no corpo.

Influência do inverno em nossas emoções

A melancolia causada pelos dias frios é uma condição tão recorrente que até tem nome próprio: depressão sazonal. Esse tipo de depressão costuma aparecer nas estações mais frias do ano, evidenciando, além dos sintomas tradicionais da depressão, uma extrema falta de energia, aumento de apetite e o desejo de introspecção.

A psicóloga Adriana de Araújo que também é especialista Minha Vida completa dizendo que a sensação do frio também pode ser um gatilho para más lembranças. “Sentir frio não costuma ser uma sensação boa, o que automaticamente faz a mente associar coisas ruins à ele”, explica a especialista.

Algumas datas como o Dia dos Namorados também podem aumentar a sensação de tristeza. Como essa data acontece geralmente próximo ao inverno, cria-se um pensamento coletivo de que as pessoas devem ter um par. O hipnoterapeuta Valdecy Carneiro explica que quando isso não ocorre, costuma-se associar a data com a solidão. No ano seguinte, próximo à data comemorativa, resgata-se a sensação de solidão do ano anterior, trazendo ela assim para o presente. Este fenômeno chama-se ancoragem. Segundo Carneiro, é a forma que o nosso cérebro responde a determinados estímulos, levando em consideração nossas experiências.

Como lidar com a tristeza que aparece no inverno

Parece que a sensação de tristeza no inverno não poupa ninguém não é mesmo? De fato ela se faz presente, mas acredite é possível lidar com ela e também ter momentos de alegria durante as estações mais frias do ano.

De acordo com o psiquiatra Mario Louzã, doutor em medicina pela Universidade de Wurzburg, na Alemanha, a depressão sazonal, por exemplo, é uma condição temporária causada pela estação. Em outras palavras ela não é permanente. Em quadros depressivos graves, a tristeza não se retém apenas aos períodos de inverno. Ela permanece por longos períodos, e tende a agravar-se com o passar do tempo.

Também existem algumas atitudes que podem afastar ou diminuir a melancolia nos dias nublados e frios. Veja a seguir:

Pratique exercícios físicos

Pode parecer um martírio se movimentar durante o inverno, mas o esforço vale a recompensa. Um estudo publicado no periódico Perception and Motor Skills, mostrou que até mesmo níveis mínimos de atividade física são capazes de melhorar o humor, e afastar os pensamentos negativos. “O importante é não ficar parado, senão o corpo diminui a produção de serotonina”, alerta a psicóloga Denise Diniz.

Enfrente sua preguiça

Por mais que você sinta que sua marcha está mais lenta nos dias frios seja persistente.
Cancelar compromissos por conta da preguiça pode ser prejudicial ao seu humor, pois você pode adquirir a sensação de que o dia não foi produtivo, afetando sua autoestima. Além disso, longos períodos em que permanecemos em casa pode nos trazer a sensação de monotonia.

Aproveite os dias de sol

Já que eles são raros, vale a pena aproveitar os dias de sol durante o inverno, mesmo que em temperaturas baixas, já que a luminosidade também estimula a produção de serotonina, hormônio que traz a sensação de bem estar, e que também pode ser estimulado pelas atividades físicas.

Adapte sua rotina

Se está muito frio para ir a academia de manhã ou à noite, que tal tentar ir na hora do almoço? Ou então ao invés de cancelar o encontro com os amigos em um local aberto, uma boa alternativa é marcar um encontro na casa de alguém. Se comeu uma fritura em um dia, incluir uma sopa de legumes no jantar pode ajudar a balancear as escolhas alimentares durante o inverno.

É preciso atribuir significados positivos ao frio. Tente ser otimista pensando em boas memórias das estações frias do ano, ou então, reflita sobre o que este período anual pode lhe favorecer.

Instituto de Saúde Bom Jesus perde um grande Amigo – EMERSON COSTA DA SILVA

Amigos,
Compreender os propósitos de Deus muitas vezes pode ser uma tarefa bem difícil, principalmente quando a tristeza bate na nossa porta porque acabamos de perder um grande irmão.
Hoje andando pelos corredores, Lágrimas passam pelos nossos olhos constantemente e o vazio da saudade aumenta o sofrimento severamente.
Há todo momento sua presença alegre e serena visita nossos pensamentos, mas vem acompanhada de uma dolorida tristeza como protagonista.
Com corações ainda pouco confortados, buscamos na memória relembrar os bons momentos que foram compartilhados e como a presença de uma pessoa tão querida foi capaz de transformar nossas e muitas outras vidas, com sua alegria, profissionalismo, gratidão, retidão, respeito e um amor imenso pelas pessoas, sem discriminações e sem pedir nada em troca.
Que a dor da nossa perda possa ser diminuída um pouquinho a cada dia e que daqui para frente esta ausência seja capaz de fortalecer ainda mais os laços da nossa equipe e nos tornarmos aquilo que você nos mostrou que poderíamos nos tornar, uma Família.
O vazio que ficou jamais será preenchido, mas com a paz de Deus em nossos corações será bem menos difícil.
O céu comemora hoje mais um Anjo que foi recebido nos braços de amor de nosso Senhor Jesus Cristo.
Você estará para sempre em nossos corações e muitíssimo obrigado por acrescentar tanta humanidade em nossas vidas.
Instituto de Saúde Bom Jesus.



A medicina preventiva é a especialidade médica que se dedica à prevenção das doenças em vez de a seu tratamento e pode ser classificada em primária, em que se busca evitar as doenças e deficiências através do acompanhamento dos pacientes e controle dos fatores de risco, o que se consegue muitas vezes com intervenções de nutrição, exercícios e mudanças no estilo de vida. Na secundária, a meta é atrasar a progressão de uma doença estabelecida, adiando o avanço da doença em todos os seus aspectos.

Como exemplo, temos o controle do diabetes instalado para que o paciente não evolua para insuficiência renal ou outro problema relacionado à doença. Pode-se, ainda, em outra modalidade de prevenção (primordial), tentar impedir o desenvolvimento de fatores de risco, através, por exemplo, da adoção de hábitos de vida saudáveis, como a prática regular de exercícios físicos e de uma dieta rica e equilibrada.

A medicina tradicional, por sua vez, concentra-se no tratamento da doença existente. Ela é baseada na modalidade secundária. Já na medicina preventiva, busca-se promover e manter a saúde e o bem-estar dos indivíduos, para assim evitar a doença, ao lidar diretamente com os fatores de risco. Vale lembrar que sete em cada dez mortes (por ano), entre os norte-americanos, são causadas por doenças relacionadas ao estilo de vida.

O câncer colorretal, ou câncer de intestino, apresenta mais de 150 mil casos por ano no Brasil. A categoria primária, nesse caso, assim como no da maioria das neoplasias malignas, baseia-se na adoção de hábitos saudáveis de vida, ou seja, exercícios físicos, alimentação balanceada e equilibrada, consumo de líquidos em quantidades adequadas, o não consumo exagerado de álcool, além de evitar o tabagismo. Porém, quando falamos na classificação secundária, não podemos deixar de falar em colonoscopia.

 

A colonoscopia é um exame endoscópico do intestino grosso, realizado sob sedação, que permite a visualização direta do interior do reto, cólon e parte do íleo terminal através de um tubo flexível introduzido pelo ânus. Permite ao médico a identificação, diagnóstico através de biópsia e, eventualmente, a retirada de lesões intestinais. E as perguntas mais importantes vêm a seguir: quando fazer? Com que especialista? Onde fazer?

 

Deve-se fazer o exame quando for evidente a existência de sinais de alerta, como sangramento digestivo baixo, com ou sem fezes associadas (a chamada hematoquezia ou enterorragia), emagrecimento ou anemia sem explicação. A colonoscopia deve ser feita a partir dos 50 anos, por todos, com intervalos de cinco ou dez anos, dependendo do que for encontrado durante o exame. A detecção de pólipos chamados de adenomas torna necessária, dependendo do grau de displasia, a realização do exame a intervalos de tempo mais curtos.

Proctologistas, gastroenterologistas treinados e endoscopistas estão aptos a fazer o exame, que deve ser feito em ambiente seguro, com todos os recursos necessários para tratamento de complicações possíveis, relacionadas ao procedimento em si e à anestesia.

A queda de mortalidade em longo prazo, quando se faz o rastreamento do câncer de intestino de forma preventiva, em quem não apresenta sintomas, está definitivamente comprovada. Através de um exame, pode-se evitar internações e cirurgias futuras, ou seja, impedir prejuízo pessoal, familiar e financeiro.

Alexandre Queiroz Franco Henriques é coloproctologista da MedRio Check-up

Fonte : http://portalhospitaisbrasil.com.br/artigo-prevencao-colononoscopia-e-cancer-colorretal/

Sintomas de pedra na vesícula

O principal sintoma de pedra na vesícula é a cólica biliar, que é uma dor súbita e intensa no lado direito do abdômen. Normalmente essa dor surge cerca de 30 minutos a 1h após a refeição, mas passa depois que acaba a digestão dos alimentos, pois a vesícula deixa de ser estimulada para liberar a bile.

 

Assim, se acha que pode estar com pedra, selecione os seus sintomas:

 

Dor forte no lado direito da barriga até 1 hora após comer

Febre acima de 38º C

Cor amarelada nos olhos ou na pele

Diarreia constante

Enjoos ou vômitos, especialmente após as refeições

Perda de apetite

Porém, estes sintomas acontecem em poucos casos e, por isso, é possível descobrir a pedras na vesícula durante exames de rotina, como ecografias abdominais. Assim, pessoas com maior risco de pedra na vesícula devem marcar uma consulta no gastroenterologista para manter vigilância e identificar o problema desde o início.

A vesícula biliar é responsável por armazenar a bile, um líquido esverdeado que ajuda na digestão das gorduras. No momento da digestão, a bile atravessa os canais biliares e chega ao intestino, mas a presença de pedras pode bloquear esse caminho, causando inflamação da vesícula e dor.

Também pode acontecer de as pedras serem pequenas e conseguirem atravessar os canais biliares até chegarem ao intestino, onde serão eliminadas juntamente com as fezes.

O que fazer em caso de suspeita de pedra na vesícula

Em caso de surgirem os sintomas, deve-se procurar o clínico geral ou o gastroenterolgista. Se o sintoma de dor for constante ou se houver febre e vômitos além da dor, deve-se ir ao pronto socorro. O diagnóstico de pedra na vesícula normalmente é feito através de ultrassom. No entanto, exames mais específicos como ressonância magnética, cintilografia ou tomografia computadorizada podem ser utilizados para identificar se a vesícula está ou não inflamada.

O que pode causar pedra na vesícula

As pedras na vesícula são formadas por alterações na composição da bile, e alguns fatores que podem causar essas alterações são:

Dieta rica em gorduras e carboidratos simples, como pão branco e refrigerantes;
Dieta pobre em fibras, como alimentos integrais, frutas e verduras;
Diabetes;
Colesterol alto;
Falta de atividade física;
Hipertensão arterial;
Fumo;
Uso prolongado de anticoncepcionais:
Histórico familiar de pessoas com pedra na vesícula.

Devido às diferenças hormonais, as mulheres têm uma maior tendência para ter pedras nas vesícula do que os homens.

Tratamento para pedra na vesícula

O tratamento para pedra na vesícula deve ser orientado por um gastroenterologista e é feito de acordo com o tamanho das pedras e a presença ou não de sintomas. Pessoas com pedras pequenas ou que não apresentem sintomas normalmente tomam medicamentos para desfazer as pedras, como o Ursodiol, mas pode levar anos até as pedras sumirem. Por outro lado, pessoas que têm sintomas frequentes são indicadas para a cirurgia de retirada da vesícula. Existe também o tratamento com ondas de choque que quebram as pedras da vesícula em pedras menores, assim como é feito nos casos de pedras nos rins.

Além disso, o paciente deve evitar fazer uma alimentação rica em gorduras, como frituras ou carnes vermelhas, e praticar atividade física regularmente. Veja mais detalhes sobre o tratamento para pedra na vesícula.

Tratamento para Infertilidade da Mulher

Além da idade avançada, as principais causas de infertilidade na mulher estão ligadas principalmente a defeitos na estrutura do útero ou dos ovários, como o útero septado e a endometriose, e a alterações hormonais, como excesso de testosterona no corpo.
O tratamento para engravidar deve ser orientado pelo ginecologista e é realizado de acordo com a causa do problema, podendo-se utilizar medicamentos anti-inflamatórios, antibióticos, injeções de hormônios ou cirurgia.

Causas comuns da infertilidade feminina

Ovários policísticos

A presença de ovários policísticos faz com que a menstruação seja irregular e com que a liberação do óvulo no período fértil não ocorra, não permitindo a gravidez.
O tratamento dessa doença é feito com a utilização de remédios com hormônios que estimulam a ovulação, como o Clomifeno, corrigindo o problema e aumentando as chances de a mulher engravidar naturalmente.

Menopausa precoce

A menopausa precoce acontece quando mulheres com menos de 40 anos não conseguem mais produzir óvulos, podendo ser causada por alterações genéticas ou tratamentos de quimioterapia, por exemplo.
O tratamento para a menopausa precoce também é feito através do uso de remédios com hormônios para estimular a ovulação, além de ser necessário praticar atividade física diariamente e ter uma alimentação rica em fibras, soja, frutas e vegetais.

Alterações na tireoide

Alterações na tireoide fazem com que ocorra um desequilíbrio hormonal no organismo, interferindo no ciclo menstrual da mulher. Tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem ser facilmente tratados com medicamentos para regular a função da tireoide e favorecer a gravidez.

Obstrução nas trompas uterinas

A obstrução nas trompas uterinas, chamada de salpingite, impede a gravidez porque não permite o encontro do óvulo e do espermatozoide para formar o embrião. Ela pode atingir uma ou as duas trompas, e seu tratamento pode ser feito através de cirurgia para desobstruir a trompa afetada ou através do uso de medicamentos para estimular a ovulação.

Endometriose

A endometriose é caracterizada pelo crescimento anormal do endométrio, que é a parede interna do útero, podendo atingir as trompas, os ovários e outros órgãos, como o intestino.
O tratamento é feito através de remédios como o Zoladex, que controlam a progressão da doença, ou por meio de cirurgia para corrigir as alterações nos órgãos afetados.

Infecções no aparelho reprodutor

As infecções no aparelho reprodutor feminino podem ser causadas por fungos, vírus ou bactérias que irritam o útero, as trompas e os ovários, causando alterações que impedem o bom funcionamento desses órgãos.
As infecções podem ser tratadas com medicamentos para combater o micro-organismo causador, como antibióticos e pomadas antifúngicas, mas em alguns casos a infecção pode causar danos mais graves, necessitando de cirurgia para reparar o órgão afetado.

Pólipos uterinos e útero septado ou bicorno

Os pólipos uterinos e o útero septado, também chamado de útero bicorno, são alterações na estrutura desse órgão que impedem que o embrião se implante e se desenvolva adequadamente, provocando abortos frequentes.
O tratamento dessas doenças é feito através de cirurgia para corrigir a estrutura do útero, permitindo que a mulher engravide naturalmente após cerca de 8 semanas da realização da cirurgia.
No entanto, quando os tratamentos convencionais para a infertilidade não trazem bons resultados, pode-se recorrer a técnicas de inseminação artificial ou de fertilização in vitro para que o casal possa ter filhos. Esses tratamentos são disponibilizados pelo SUS apenas em alguns estados do Brasil e só é oferecido para mulheres com no máximo 40 anos.
Além disso, é importante lembrar que a causa das falhas nas tentativas de engravidar pode estar relacionada a problemas no homem, por isso veja quais são as Principais causas e tratamentos para infertilidade no homem.

Câncer de mama: risco é maior em quem faz tratamento para engravidar

Muito empregada em tratamentos de infertilidade, a estimulação ovariana pode aumentar as chances de câncer de mama. Esse tipo de tratamento implica no uso de medicamentos muito potentes para aumentar a quantidade dos hormônios ovarianos (estrógeno e progesterona). Com base em fatos, estudo realizado na Suécia comprovou que mulheres que estão em tratamento para engravidar podem ficar mais vulneráveis ao câncer de mama no futuro – principalmente porque o tratamento costuma aumentar a densidade mamária da paciente. De acordo com a coordenadora da pesquisa, Frida Lundberg, muitas pacientes que se submeteram a tratamentos de fertilização ainda estão abaixo da idade em que geralmente o câncer de mama é diagnosticado. Isso motivou a investigaçã ;o que, pela primeira vez, estabeleceu uma correlação entre tratamentos de infertilidade e densidade mamária. 

Mulheres com histórico de infertilidade têm um volume maior de densidade mamária em relação às pacientes férteis, principalmente aquelas que se submeteram à estimulação ovariana. “O problema das mamas densas é que, durante a mamografia – que é um exame comprovadamente eficaz na detecção precoce do câncer de mama – nem sempre os resultados são conclusivos. A composição mamária está relacionada às quantidades relativas de tecido adiposo (‘escuro’ na mamografia) e fibroglandular (‘branco’ na mamografia). Mas nem sempre as imagens são claras o suficiente para não deixar dúvidas. Isto por que os tumores também são densos (‘brancos’), dificultando a diferenciação entre os tecidos”, diz Yoon Chang, coordenador do Departamento de Mama do CDB Medicina Diagnóstica, em São Paulo. 

De acordo com o radiologista, os fatores mais frequentemente relacionados à densidade mamária são: idade, índice de massa corporal (IMC), paridade (quantidade de filhos nascidos) e tempo de uso de terapia de reposição hormonal (TRH). O fator nuliparidade (nunca ter tido filhos) também é citado em alguns estudos. “Mulheres com mamas densas têm até cinco vezes mais chances de desenvolver câncer de mama em relação àquelas com baixa densidade mamária. Daí a importância de seguir à risca o calendário de mamografia anual. Além disso, é fundamental acrescentar informaç ões sobre a densidade mamária no resultado do exame, melhorando o modelo de prevenção à doença”. 

Chang cita a ultrassonografia de mamas como um excelente complemento à mamografia. “Estudos demonstram que a acurácia diagnóstica da combinação entre mamografia e ultrassonografia pode ser superior a 90%. A ultrassonografia também é fundamental nos casos em que a mamografia se mostra inconclusiva devido à presença de um nódulo. Como todo nódulo pode ter natureza cística, sólida ou ser uma combinação dos dois, esse tipo de informação somente é obtido através da ultrassonografia. Vale lembrar que, devido às particularidades do tecido mamário, a mamografia deve ser realizada sempre antes da ultrassonografia, a fim de se verificar os reais ganhos em termos de diagnóstico”.

 

Tempo seco: como cuidar da saúde das crianças

 

Por Crescer online – atualizada em 26/07/2017 11h54

 
O tempo está seco em grande parte do país. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a umidade deve estar acima de 60%. Abaixo de 30%, considera-se estado de atenção e entre 19% e 12%, alerta.
A consequência desse clima pode provocar ardência e ressecamento dos olhos, boca e nariz e, principalmente, doenças respiratórias – o que se agrava ainda mais se o seu filho tiver algum tipo de alergia. Esses são alguns sinais de que o organismo está sentindo o ressecamento do ar.
Para ajudar você a amenizar o desconforto das crianças nesta época, conversamos com Cid Pinheiro, coordenador de equipe de pediatria do Hospital São Luiz (SP) e professor-assistente do departamento de pediatria da Faculdade de Medicina da Santa Casa (SP). Confira dicas:
O que pode acontecer
Tosse, coceira no nariz (em crianças menores pode até ocorrer casos de sangramento nasal), espirros, garganta seca e falta de ar são as manifestações respiratórias mais comuns. “A mucosa ocular também sofre com essa época de pouca chuva. Os olhos podem coçar e ficar vermelhos”, diz Pinheiro.
O que fazer
hidratação, de dentro para fora, é fundamental para melhorar os desconfortos. Água, sucos e chás são boas opções. “Colocar soluções fisiológicas no nariz da criança e fazer inalações somente com soro ajudam a aliviar o desconforto respiratório”, diz o pediatra.
Se a irritação for nos olhos, vale pingar algumas gotas de soro e fazer uma limpeza para umidificar o local. Já, se a pele da criança estiver muito ressecada, consulte o pediatra sobre alguma loção para ajudar a protegê-la.
Em casa, a higiene do ambiente com pano úmido no chão e nos móveis é fundamental para eliminar o acúmulo de poeira e evitar crises de alergia. Vale, ainda, colocar balde de água (longe do alcance da criança) para melhorar a umidade do ar.
Outra dica é evitar atividades ao ar livre entre 10 e 16h, quando o tempo está mais quente e o ar, mais seco.
Quando procurar o médico
Se a tosse da criança vier acompanhada de febre e falta de ar, é preciso consultar o especialista imediatamente, porque o ressecamento das vias aéreas pode provocar crises de alergia, como asma, por exemplo.
O mesmo procedimento deve ser feito caso os olhos da criança permaneçam irritados por mais de três dias, mesmo depois da higienização com o soro.

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